segunda-feira, 6 de outubro de 2008
slash dot dot com. wait, two dots?
Slashdot é um site de notícias onde são os próprios membros que escrevem e comentam novidades sobre tecnologia, jogos, hardware e outros assuntos para nerds, como o próprio site diz. Nele, você pode criar uma conta e publicar praticamente qualquer fato relevante para as áreas do site, que o seu texto logo é enviado para os editores, onde eles conferem a veracidade da realidade que você diz ter acontecido. Após o seu texto ser aprovado (opinativos são permitidos, mas não extremistas ou sem sentido), ele então pode ser "votado" pelo outros usuários do site.
Assim como comentários do YouTube, se as pessoas julgarem o que você escreveu como ofensivo ou desnecessário, elas votam negativo e quando se possui um número X de votos ruins, o seu texto pára de aparecer e acaba sendo ignorado. Da mesma forma, se seu texto for interessante, relevante ou esclarecedor, os votos positivos chamam a atenção dos outros.
Assim como comentários do YouTube, se as pessoas julgarem o que você escreveu como ofensivo ou desnecessário, elas votam negativo e quando se possui um número X de votos ruins, o seu texto pára de aparecer e acaba sendo ignorado. Da mesma forma, se seu texto for interessante, relevante ou esclarecedor, os votos positivos chamam a atenção dos outros.
Open Source?
O jornalismo Open Source, assim como os softwares código aberto, são opções interessantes pois funcionam de forma semelhante: é dado a "fórmula básica" e cabe a você aproveitá-la da melhor maneira que julga. Diferente do jornalismo normal, onde tudo já é pronto e só basta você "degustar o produto." Em um sistema como o do Slashdot, é difícil achar desvantagens, já que os seus supostos principais defeitos ("cada um pode postar qualquer coisa"), são muito bem contornados, devido a edição, moderação e votação dos textos e comentários. As vantagens são óbvias; também como o código aberto, qualquer um tem potencial de fazer algo realmente útil e relevante para os outros.
Marcadores: futuro do jornalismo, jornalismo digital, jornalismo open source
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
BLOGS & JORNALISMO
A Internet hoje em dia possui um enorme poder, jornalisticamente falando. Diferente das outras mídias, onde você não tem a opção de escolher as notícias e matérias que quer saber a respeito, na web você pode pesquisar sobre qualquer assunto, e ficar por dentro de diversos eventos. Enquanto o jornal impresso e televisão ditam ao cidadão o que ele deveria saber, escolhendo bem o espaço e duração de suas notícias, o leitor cansado dessa rotina pode, pelo seu computador, acessar diferentes informações, que podem interessá-lo muito mais.
Enquanto ainda existem sites (ou portais) de novidades que copiam matérias ou que dão importância a fatos de revelância dúbia, uma ferramenta ajuda muito o internauta a conseguir o que quer: os blogs. Com um blog, qualquer pessoa pode se expressar sobre qualquer assunto e, enquanto a maioria deles são pessoais, alguns blogs relevam acontecimentos e debates à população como nenhum outro meio poderia fazer. Ao invés de, por exemplo, esconder erros que algum candidato tenha feito, como em muito acontece nos jornais impressos (ainda mais do interior), na Internet, pode-se ficar sabendo de muitos motivos do porquê não votar no mesmo.
Um exemplo de blog que noticia o "não tão relevante" é o Amigos de Pelotas, sobre a cidade gaúcha. Lá, vários pelotenses falam sobre assuntos locais, divulgam eventos que não ganham espaço nos jornais e programas televisivos, e também publicam crônicas e ou relatos. Inclusive, um dos assuntos que deu bastante debate nas últimas semanas foi a indicação de César Borges, reitor da UFPel, para o seu terceiro mandato. Interessados podem ser a respeito na tag Educação, do citado blog.
Enquanto ainda existem sites (ou portais) de novidades que copiam matérias ou que dão importância a fatos de revelância dúbia, uma ferramenta ajuda muito o internauta a conseguir o que quer: os blogs. Com um blog, qualquer pessoa pode se expressar sobre qualquer assunto e, enquanto a maioria deles são pessoais, alguns blogs relevam acontecimentos e debates à população como nenhum outro meio poderia fazer. Ao invés de, por exemplo, esconder erros que algum candidato tenha feito, como em muito acontece nos jornais impressos (ainda mais do interior), na Internet, pode-se ficar sabendo de muitos motivos do porquê não votar no mesmo.
Um exemplo de blog que noticia o "não tão relevante" é o Amigos de Pelotas, sobre a cidade gaúcha. Lá, vários pelotenses falam sobre assuntos locais, divulgam eventos que não ganham espaço nos jornais e programas televisivos, e também publicam crônicas e ou relatos. Inclusive, um dos assuntos que deu bastante debate nas últimas semanas foi a indicação de César Borges, reitor da UFPel, para o seu terceiro mandato. Interessados podem ser a respeito na tag Educação, do citado blog.
Marcadores: blogs, futuro do jornalismo, jornalismo digital
terça-feira, 12 de agosto de 2008
MICROBLOGS E O FUTURO DO JORNALISMO (OPI)
Velocidade e poucas palavras garantem a vaga dos microblogs
Atualmente, Marte está recebendo a visita de uma espaçonave robótica terráquea chamada Phoenix. A NASA a mandou para lá com a missão de estudar as fases da água marciana (caso fosse encontrada) e analisar evidências de zonas habitáveis relacionadas. A nave-robô de exploração está enviando todas as informações que descobre direto para seus supervisores, aqui na Terra, onde eles imediamente tornam as novidades públicas, pelo Twitter da NASA, e também pelo da própria Phoenix. Neste, eles ainda estão editando as mensagens, de forma que pareça com que tenha sido o próprio robô, de Marte, que enviou e escreveu a mensagem. Foi ontem, 9, então que uma mensagem empolgante veio do planeta vermelho: a descoberta de água.
Alguns minutos mais tarde, claro, todos os meios de comunicação já estavam dando a notícia. A questão nesse caso são as vantagens que o Twitter oferece nesse tipo de evento, onde qualquer um (inclusive um robô em Marte) vira jornalista e pode dar uma informação mais rápido do que qualquer veículo. Não é a primeira vez que isso acontece, e nem será a última. Os microblogs, como estão sendo chamados, são ferramentas úteis que levam o ciberespaço para qualquer lugar que o usuário vá. Ao contrário de normalmente mandar uma mensagem para alguma pessoa específica por celular, informando alguma coisa, agora você pode enviá-la e imediatamente os seus vários seguidores (quem acompanha os seus posts) já sabem o que está acontecendo.
A um primeiro olhar, a principal desvantagem é o limite de espaço; não é possível se aprofundar sobre nenhum assunto, tudo que pode-se informar deve ser resumido à aproximadamente 150 caracteres. O sistema de feedback também é simples demais. Caso queira responder a algum post, bota-se um arroba (@) na frente do nickname da pessoa, e assim ela sabe que aquela mensagem é pra ela. Já o Plurk, outro microblog como o Twitter, faz com que a cada update seu, uma caixa de diálogo seja criada, permitindo assim a discussão do assunto, em um lugar reservado. Também, claro, com limite de caracteres, mas lá você pode postar várias vezes no mesmo "tópico" que não fica irritante nem caótico para os seus seguidores - afinal, o aviso de vários updates novos pode incomodar.
É exagero dizer que os microblogs serão o futuro do jornalismo, por mais úteis e rápidos que eles sejam. Talvez junto com blogs normais, os jornalistas tenham mais opções do que só escrever coisas pequenas ou grandes. É o que tem acontecido, inclusive: microblogs para pequenos eventos rotineiros (mais pessoais) ou manchetes com links para reportagens/notícias; e os blogs com seus posts periódicos, mais aprofundado e detalhado.
Atualmente, Marte está recebendo a visita de uma espaçonave robótica terráquea chamada Phoenix. A NASA a mandou para lá com a missão de estudar as fases da água marciana (caso fosse encontrada) e analisar evidências de zonas habitáveis relacionadas. A nave-robô de exploração está enviando todas as informações que descobre direto para seus supervisores, aqui na Terra, onde eles imediamente tornam as novidades públicas, pelo Twitter da NASA, e também pelo da própria Phoenix. Neste, eles ainda estão editando as mensagens, de forma que pareça com que tenha sido o próprio robô, de Marte, que enviou e escreveu a mensagem. Foi ontem, 9, então que uma mensagem empolgante veio do planeta vermelho: a descoberta de água.
Alguns minutos mais tarde, claro, todos os meios de comunicação já estavam dando a notícia. A questão nesse caso são as vantagens que o Twitter oferece nesse tipo de evento, onde qualquer um (inclusive um robô em Marte) vira jornalista e pode dar uma informação mais rápido do que qualquer veículo. Não é a primeira vez que isso acontece, e nem será a última. Os microblogs, como estão sendo chamados, são ferramentas úteis que levam o ciberespaço para qualquer lugar que o usuário vá. Ao contrário de normalmente mandar uma mensagem para alguma pessoa específica por celular, informando alguma coisa, agora você pode enviá-la e imediatamente os seus vários seguidores (quem acompanha os seus posts) já sabem o que está acontecendo.
A um primeiro olhar, a principal desvantagem é o limite de espaço; não é possível se aprofundar sobre nenhum assunto, tudo que pode-se informar deve ser resumido à aproximadamente 150 caracteres. O sistema de feedback também é simples demais. Caso queira responder a algum post, bota-se um arroba (@) na frente do nickname da pessoa, e assim ela sabe que aquela mensagem é pra ela. Já o Plurk, outro microblog como o Twitter, faz com que a cada update seu, uma caixa de diálogo seja criada, permitindo assim a discussão do assunto, em um lugar reservado. Também, claro, com limite de caracteres, mas lá você pode postar várias vezes no mesmo "tópico" que não fica irritante nem caótico para os seus seguidores - afinal, o aviso de vários updates novos pode incomodar.
É exagero dizer que os microblogs serão o futuro do jornalismo, por mais úteis e rápidos que eles sejam. Talvez junto com blogs normais, os jornalistas tenham mais opções do que só escrever coisas pequenas ou grandes. É o que tem acontecido, inclusive: microblogs para pequenos eventos rotineiros (mais pessoais) ou manchetes com links para reportagens/notícias; e os blogs com seus posts periódicos, mais aprofundado e detalhado.
Marcadores: futuro do jornalismo, microblog, twitter
MICROBLOGS E O FUTURO DO JORNALISMO
Sonda em Marte revela informação, pelo Twitter
Ontem, 19, à tarde, a espaçonave Phoenix da NASA reportou pela internet que existe água em Marte. A informação foi enviada diretamente do planeta vermelho para o seus supervisores, que imediatamente postaram no Twitter do robô, criado especialmente para que ele noticie esse tipo de informação. Phoenix foi lançado em 2007 e sua missão tem dois principais objetivos: estudar a história da água no planeta em todas as suas fases e procurar por evidências de zonas habitáveis, julgando o potencial biológico das barreiras entre o gelo e o solo.
O Twitter é um sistema de mensagens que, assim como o Plurk e Jaiku, estão sendo chamados de Microblogs e, segundos alguns, está prometendo ser o futuro do jornalismo na internet. São sites onde você pode fazer posts com no máximo 200 caracteres, normalmente respondendo à pergunta: o que você está fazendo? Usando de ferramentas para SMS, qualquer usuário pode postar de qualquer lugar, e assim notícias como essas podem ser dadas com muito mais velocidade - apesar de, naturalmente, com um conteúdo menor. Em casos como o de notícia imediata, é clara a vantagem dessas ferramentas, pois por um celular, já é possível dizer algo que muita gente pode ler, e no exato instante que você atualiza.
Ontem, 19, à tarde, a espaçonave Phoenix da NASA reportou pela internet que existe água em Marte. A informação foi enviada diretamente do planeta vermelho para o seus supervisores, que imediatamente postaram no Twitter do robô, criado especialmente para que ele noticie esse tipo de informação. Phoenix foi lançado em 2007 e sua missão tem dois principais objetivos: estudar a história da água no planeta em todas as suas fases e procurar por evidências de zonas habitáveis, julgando o potencial biológico das barreiras entre o gelo e o solo.
O Twitter é um sistema de mensagens que, assim como o Plurk e Jaiku, estão sendo chamados de Microblogs e, segundos alguns, está prometendo ser o futuro do jornalismo na internet. São sites onde você pode fazer posts com no máximo 200 caracteres, normalmente respondendo à pergunta: o que você está fazendo? Usando de ferramentas para SMS, qualquer usuário pode postar de qualquer lugar, e assim notícias como essas podem ser dadas com muito mais velocidade - apesar de, naturalmente, com um conteúdo menor. Em casos como o de notícia imediata, é clara a vantagem dessas ferramentas, pois por um celular, já é possível dizer algo que muita gente pode ler, e no exato instante que você atualiza.
Marcadores: futuro do jornalismo, microblog, twitter
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
MICROBLOGS E O FUTURO DO JORNALISMO
Sonda em Marte revela informação pela internet
Ontem, 19, à tarde, a espaçonave Phoenix da NASA reportou pela internet que existe água em Marte. A informação foi enviada diretamente do planeta vermelho para o seus supervisores, onde eles editaram a mensagem e imediatamente postaram no Twitter do robô, criado especialmente para que ele noticie esse tipo de informação. Phoenix foi lançado em 2007 e sua missão tem dois principais objetivos: estudar a história da água no planeta em todas as suas fases e procurar por evidências de zonas habitáveis, julgando o potencial biológico das barreiras entre o gelo e o solo.
O Twitter é um sistema de mensagens que, assim como o Plurk e Jaiku, estão sendo chamados de Microblogs e, segundos alguns, está prometendo ser o futuro do jornalismo na internet. São sites onde você pode fazer posts com no máximo 200 caracteres, normalmente respondendo à pergunta: o que você está fazendo? Usando de ferramentas para SMS, qualquer usuário pode postar de qualquer lugar, e assim notícias como essas podem ser dadas com muito mais velocidade - apesar de, naturalmente, com um conteúdo menor.
Ontem, 19, à tarde, a espaçonave Phoenix da NASA reportou pela internet que existe água em Marte. A informação foi enviada diretamente do planeta vermelho para o seus supervisores, onde eles editaram a mensagem e imediatamente postaram no Twitter do robô, criado especialmente para que ele noticie esse tipo de informação. Phoenix foi lançado em 2007 e sua missão tem dois principais objetivos: estudar a história da água no planeta em todas as suas fases e procurar por evidências de zonas habitáveis, julgando o potencial biológico das barreiras entre o gelo e o solo.
O Twitter é um sistema de mensagens que, assim como o Plurk e Jaiku, estão sendo chamados de Microblogs e, segundos alguns, está prometendo ser o futuro do jornalismo na internet. São sites onde você pode fazer posts com no máximo 200 caracteres, normalmente respondendo à pergunta: o que você está fazendo? Usando de ferramentas para SMS, qualquer usuário pode postar de qualquer lugar, e assim notícias como essas podem ser dadas com muito mais velocidade - apesar de, naturalmente, com um conteúdo menor.
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